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João Ricardo Fonseca assume a Diretoria Financeira da Chlorum Solutions

O executivo chega à empresa em um momento de crescimento e consolidação da operação, com a missão de fortalecer a área de Finanças como parceira estratégica do negócio

Formado em Administração de Empresas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e com Executive MBA pelo COPPEAD-UFRJ, João construiu sua carreira liderando operações financeiras em empresas nacionais e multinacionais. Ao longo de sua trajetória, atuou em organizações como Shell, Vale, Atento e Wilson Sons, além de ter ocupado, mais recentemente, as posições de CFO da Schneider Electric Brasil e do Steck Group Latam. Foi responsável por estratégias voltadas à maximização de EBITDA, eficiência operacional e fortalecimento da governança corporativa.

A experiência acumulada em grandes companhias globais é apontada pelo executivo como um diferencial para o novo desafio. “Ter passado por empresas como Shell, Vale e Schneider me trouxe uma exposição ampla às melhores práticas de mercado em diferentes temas de Finanças”, afirma. Esse repertório lhe permitirá estruturar soluções alinhadas às demandas da Chlorum Solutions, respeitando o estágio de maturidade e o ritmo de crescimento da fabricante de produtos químicos brasileira.

Apesar de reconhecer que a empresa já conta com uma área financeira robusta, João identifica desafios claros para o novo ciclo. “A Chlorum é uma empresa relativamente nova, em crescimento acelerado. O desafio é elevar continuamente os padrões para as melhores práticas de mercado, garantindo segurança e eficiência, mas mantendo a agilidade necessária ao negócio”, explica. Para o executivo, outro foco está em garantir que Finanças contribua de forma consistente para as decisões estratégicas, atuando de forma próxima ao CEO Global.

Diante desse cenário, João avalia que algumas competências técnicas e comportamentais serão determinantes. Do ponto de vista técnico, a gestão de tesouraria e a agenda tributária exigirão aprofundamento constante. Já no campo comportamental, o foco estará na adaptação a uma cultura organizacional diferente das experiências anteriores e na gestão de múltiplos stakeholders.

Sua visão de contribuição passa por tornar a área de Finanças mais conectada ao negócio e mais eficiente nos processos internos, sem perder o foco estratégico. “A ideia é estruturar um ciclo de planejamento financeiro que não tome tempo do negócio, mas que ajude a direcionar energia para os principais objetivos estratégicos e para uma gestão de caixa sólida”, afirma.

Ao refletir sobre o legado que pretende construir, João é objetivo: “Quero que a área de Finanças seja reconhecida como uma parceira efetiva do negócio”. Para ele, essa premissa passa por fortalecer continuamente o time financeiro para atuar com agilidade, eficiência e precisão analítica, contribuindo de forma consistente para a tomada de decisão e para a geração de valor da organização.